Por David Ranieri
E nossas vidas são afetadas quase que diariamente de modo negativo por meio das ações de governo.
Deveria ser ao contrário, as ações de governo melhorarem a vida das pessoas, mas, infelizmente não é o que vem ocorrendo.
E não se trata de fato isolado, ou em instância longe da nossa casa.
Tanto os governos Federal, Estadual e o Municipal, com suas ações atingem negativamente as finanças das pessoas.
Exemplo atual, o Governo Federal aumenta imposto no combustível impactando diretamente a economia das pessoas, que passarão a gastar mais com seu transporte e sofrerão com o impacto resultante no custeio da atividade dos serviços. Como consequência os produtos que compõe a cesta básica alimentar terão alta de preços, visto que o frete aumentará. E outros tantos serviços terão o mesmo destino, impactando os bolsos de todos nós!
Mas o governo diz que tal medida visa diminuir o rombo orçamentário que eles mesmo criaram, e somos nós que deveremos resolver. E que o aumento no custo de vida estaria dentro da margem limite da meta da inflação, ou seja, pouco irá impactar nas futuras contas do governo, mas nos nossos bolsos sentiremos o impacto de imediato.
Ajustes virão como consequência nos governos Estaduais, ávidos por aumentarem seus recolhimentos e com a mesma estória de equilíbrio das contas públicas farão ajustes que no final, quem pagará somos nós.
E nos municípios nada diferente, veja ai na sua casa se já não recebeu algum carnê complementar, tipo o do IPTU.
Estão agora utilizando um meio de rever as dimensões das áreas construídas, via foto aérea, e lançando boletos complementares de receita municipal. E novamente, não é que você cidadão será surpreendido ao saber que sua casa aumentou de tamanho? Mesmo que nos últimos anos não tenha realizado nenhuma ampliação, a tal da foto o desmentirá!
E como nada de ruim vem sozinho, os deputados estão por fazer mais uma das suas.
Projeto de REFIS do governo federal previa com a repactuação das dívidas de devedores ao fisco recuperar 13 bilhões para 500 milhões de reais, num passe magistral perdoando multas e juros dos grandes devedores, e muitos deles, pasmem todos, deputados e senadores donos de empresas que devem ao fisco federal.
E nós continuamos a pagar o pato, até quando?
Senhoras à la Dom Quixote
Por Tais Roxo
O Conselho de Ética do Senado admitiu processar a denúncia contra as 6 senadoras que ocuparam a mesa do plenário na tentativa de impedir a aprovação da reforma trabalhista.
O processo aprovado pelo Conselho de Ética pode levar as 6 senadoras às penas de suspensão e até de cassação de seus mandatos pela acusação de quebra de decoro parlamentar.
Diz o Houaiss que falta de decoro é sinônimo de falta de vergonha, falta de moralidade e falta de pudor.
Fica no mínimo faccioso e obscuro o parâmetro utilizado pela Comissão de Ética para enquadrar os fatos que envolvem as senadoras, pois, foi o mesmo Senado que acabou de arquivar a denúncia contra Michel Temer pela acusação dos graves crimes de corrupção passiva, enriquecimento ilícito, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, todos expressos na Lei Penal.
Se compararmos os crimes do Temer com o ato romântico e ideológico das senadoras, poderíamos dizer que as senadoras agiram como Dom Quixote agiria perante uma injustiça.
Como também no caso da ex-presidente Dilma, que pedalou para financiar os valores do bolsa família e garantir o alimento de milhões de brasileiros.
Ao certo Dom Quixote agiria assim também.
As 6 senadoras ao ocuparem a mesa do Senado tentavam impedir a votação da reforma trabalhista que revogaria horas mais tarde os direitos dos trabalhadores brasileiros.
Observa-se que o senado utiliza uma lógica diferente à lógica quixotesca, o senado condena aquele que age a favor do povo e absolve quem rouba, fere e mata o povo brasileiro.
Pela lógica do senado então, as românticas senadoras quixotesca devem pegar a pena capital.
O Conselho de Ética do Senado admitiu processar a denúncia contra as 6 senadoras que ocuparam a mesa do plenário na tentativa de impedir a aprovação da reforma trabalhista.
O processo aprovado pelo Conselho de Ética pode levar as 6 senadoras às penas de suspensão e até de cassação de seus mandatos pela acusação de quebra de decoro parlamentar.
Diz o Houaiss que falta de decoro é sinônimo de falta de vergonha, falta de moralidade e falta de pudor.
Fica no mínimo faccioso e obscuro o parâmetro utilizado pela Comissão de Ética para enquadrar os fatos que envolvem as senadoras, pois, foi o mesmo Senado que acabou de arquivar a denúncia contra Michel Temer pela acusação dos graves crimes de corrupção passiva, enriquecimento ilícito, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, todos expressos na Lei Penal.
Se compararmos os crimes do Temer com o ato romântico e ideológico das senadoras, poderíamos dizer que as senadoras agiram como Dom Quixote agiria perante uma injustiça.
Como também no caso da ex-presidente Dilma, que pedalou para financiar os valores do bolsa família e garantir o alimento de milhões de brasileiros.
Ao certo Dom Quixote agiria assim também.
As 6 senadoras ao ocuparem a mesa do Senado tentavam impedir a votação da reforma trabalhista que revogaria horas mais tarde os direitos dos trabalhadores brasileiros.
Observa-se que o senado utiliza uma lógica diferente à lógica quixotesca, o senado condena aquele que age a favor do povo e absolve quem rouba, fere e mata o povo brasileiro.
Pela lógica do senado então, as românticas senadoras quixotesca devem pegar a pena capital.
Em qual buraco estou?
Por David Ranieri
Um buraco a mais ou a menos parece não incomodar muito os nossos governantes, qualquer que seja o ente que governa.
Se for a União, o buraco é mais embaixo e quem paga o pato é o povo, literalmente, com o aumento de impostos para tapar o estouro das finanças. Assim agem e justificam, tendo sempre aquele discurso da austeridade e comprometimento com as finanças públicas.
Se for o Estado, nada diferente na intransigente defesa do erário público, com discurso modulado para os interesses locais. Cortes são feitos, principalmente nas áreas que mais atingem a população, e assim todos ficamos sem segurança pública, sem remédios, hospitais e escolas.
Nos municípios a figura de linguagem é acatada e tal qual os seus congeneres a falta do recurso financeiro justifica a falta de infraestrutura urbana adequada aos munícipes, que tentam sem sucesso desviar dos inevitáveis buracos nas ruas, onerando os já suados orçamentos caseiros com os prejuízos nos veículos, e assistirem passivamente acidentes que aumentarão as despesas de saúde, e até a morte de seus concidadãos.
E nós brasileiros fomos enfiados neste buraco!
Um buraco a mais ou a menos parece não incomodar muito os nossos governantes, qualquer que seja o ente que governa.
Se for a União, o buraco é mais embaixo e quem paga o pato é o povo, literalmente, com o aumento de impostos para tapar o estouro das finanças. Assim agem e justificam, tendo sempre aquele discurso da austeridade e comprometimento com as finanças públicas.
Se for o Estado, nada diferente na intransigente defesa do erário público, com discurso modulado para os interesses locais. Cortes são feitos, principalmente nas áreas que mais atingem a população, e assim todos ficamos sem segurança pública, sem remédios, hospitais e escolas.
Nos municípios a figura de linguagem é acatada e tal qual os seus congeneres a falta do recurso financeiro justifica a falta de infraestrutura urbana adequada aos munícipes, que tentam sem sucesso desviar dos inevitáveis buracos nas ruas, onerando os já suados orçamentos caseiros com os prejuízos nos veículos, e assistirem passivamente acidentes que aumentarão as despesas de saúde, e até a morte de seus concidadãos.
E nós brasileiros fomos enfiados neste buraco!
Insegurança Geral e Irrestrita, até quando?
Por David Ranieri
Dentre os sentimentos que possamos vir a ter, o de insegurança é daqueles que profundamente incomodam a todos.
Atualmente este sentimento tem ganhado força, mesmo não sendo o sonho de consumo de ninguém, e sua permanência indica o quanto sofre o povo.
Há insegurança para todos os gostos, ou melhor, que atinge a todos de formas diferentes e sempre com consequências danosas.
Temos insegurança social, insegurança econômica, insegurança tributária, insegurança judicial, insegurança policial, insegurança trabalhista, insegurança ambiental, insegurança habitacional, insegurança alimentar, insegurança educacional, insegurança política, insegurança institucional e da ordem pública, dentre tantas outras.
Mas o que tem gerado tanto sentimento de insegurança em nosso povo?
Com certeza a falta de confiança nas instituições que deveriam zelar pelo bem estar de todos.
Ou será que o sentimento de insegurança das pessoas ao andar pelas ruas é apenas uma fobia social?
- Não, se trata de algo real, estatisticamente medido, que demonstra haver um crescimento desfavorável de ações que afetam a vida das pessoas.
E onde a insegurança reina nada se assegura, tudo se perde e só cresce a miséria humana.
Podemos explicar como alguns fatores contribuem para esta sensação determinante.
A inflação é um dos fatores que geram insegurança econômica que afligem as pessoas, por interferir negativamente na qualidade de vida.
A fome e carestia de vida, atuam negativamente expondo a miséria e desgraça existente, cuja origem está na falta de alimento, habitação, trabalho, e equidade social.
Da mesma forma, as demais manifestações de insegurança afetam a vida das pessoas tanto indivíduo como coletivo.
E parece que por trás da insegurança existe a palavra crise a justificar a sua existência.
E não faltam crises para tanto, principalmente as políticas que, ocasionaram boa parte das mazelas que passamos neste momento.
Mas então, se o sentimento de insegurança é tão grande e comum, a ponto de ser unanimidade nacional, o que se pode fazer? Aceitar e conviver, ou rejeitar e atacar suas origens, as causas, reformando e criando situações que nos possibilitem novamente em acreditar nas instituições e nas pessoas.
Não se trata de ser utópico, mas, sim, de resgatar um pouco da credibilidade e auto-estima não de uma pessoa, mas de uma coletividade, a fim de proporcionar o que chamamos de segurança.
Estamos no limite para uma revolução, que desencadeie novas formulações para todas estas coisas que nos causam o sentimento de insegurança. Não há mais como conter, ou mudamos as coisas como estão ou sucumbimos e passamos a ser parte assim como tantos milhões já o são.
Esta insegurança tem de acabar. E por quê não darmos um ponta pé inicial cobrando aqueles que poderiam já ter feito e diminuído em muito nossas inseguranças?
E cobrar significa buscar resultados favoráveis, e, neste contexto reformular, mudar tudo, e usar o poder das ruas e do voto para tanto. À luta contra a insegurança de todas as formas e origens! Avante povo sem medo de ser feliz!
Dentre os sentimentos que possamos vir a ter, o de insegurança é daqueles que profundamente incomodam a todos.
Atualmente este sentimento tem ganhado força, mesmo não sendo o sonho de consumo de ninguém, e sua permanência indica o quanto sofre o povo.
Há insegurança para todos os gostos, ou melhor, que atinge a todos de formas diferentes e sempre com consequências danosas.
Temos insegurança social, insegurança econômica, insegurança tributária, insegurança judicial, insegurança policial, insegurança trabalhista, insegurança ambiental, insegurança habitacional, insegurança alimentar, insegurança educacional, insegurança política, insegurança institucional e da ordem pública, dentre tantas outras.
Mas o que tem gerado tanto sentimento de insegurança em nosso povo?
Com certeza a falta de confiança nas instituições que deveriam zelar pelo bem estar de todos.
Ou será que o sentimento de insegurança das pessoas ao andar pelas ruas é apenas uma fobia social?
- Não, se trata de algo real, estatisticamente medido, que demonstra haver um crescimento desfavorável de ações que afetam a vida das pessoas.
E onde a insegurança reina nada se assegura, tudo se perde e só cresce a miséria humana.
Podemos explicar como alguns fatores contribuem para esta sensação determinante.
A inflação é um dos fatores que geram insegurança econômica que afligem as pessoas, por interferir negativamente na qualidade de vida.
A fome e carestia de vida, atuam negativamente expondo a miséria e desgraça existente, cuja origem está na falta de alimento, habitação, trabalho, e equidade social.
Da mesma forma, as demais manifestações de insegurança afetam a vida das pessoas tanto indivíduo como coletivo.
E parece que por trás da insegurança existe a palavra crise a justificar a sua existência.
E não faltam crises para tanto, principalmente as políticas que, ocasionaram boa parte das mazelas que passamos neste momento.
Mas então, se o sentimento de insegurança é tão grande e comum, a ponto de ser unanimidade nacional, o que se pode fazer? Aceitar e conviver, ou rejeitar e atacar suas origens, as causas, reformando e criando situações que nos possibilitem novamente em acreditar nas instituições e nas pessoas.
Não se trata de ser utópico, mas, sim, de resgatar um pouco da credibilidade e auto-estima não de uma pessoa, mas de uma coletividade, a fim de proporcionar o que chamamos de segurança.
Estamos no limite para uma revolução, que desencadeie novas formulações para todas estas coisas que nos causam o sentimento de insegurança. Não há mais como conter, ou mudamos as coisas como estão ou sucumbimos e passamos a ser parte assim como tantos milhões já o são.
Esta insegurança tem de acabar. E por quê não darmos um ponta pé inicial cobrando aqueles que poderiam já ter feito e diminuído em muito nossas inseguranças?
E cobrar significa buscar resultados favoráveis, e, neste contexto reformular, mudar tudo, e usar o poder das ruas e do voto para tanto. À luta contra a insegurança de todas as formas e origens! Avante povo sem medo de ser feliz!
Um dia triste não só para os trabalhadores!
Por Edwaldo Arantes
Ontem, um dia triste para o Brasil e para os trabalhadores e, também, depois de muito sofrer ainda tive que agüentar perder para o Corinthias.
Nas minhas longas e eternas madrugadas, regadas com vinho tinta seco, pus-me a pensar no meu tempo e na nossa história.
Me lembrei de versos, frases, palavras e capítulos, que destaco alguns deles; Francisco Buarque de Hollanda: “O homem da rua com seu tamborim calado, já pode esperar sentado tua escola não vem não...”. ou ainda, “esse país virou um poço de ressentimentos” e Geraldo Pedrosa de Araújo Dias, Geraldo Vandré: “ Deixo claro que a firmeza do meu canto vem da certeza que tenho, o poder que cresce sobre e pobreza e faz dos fracos riquezas foi o que me fez cantador”.
Vivemos uma dicotomia entre o ódio e a ignorância, o ódio, fomentado pelos grandes bancos, empresários, comerciantes e a mídia. A ignorância, aquela que nos tira o poder da discussão, da palavra, do discernimento e de se fazer entender. O ódio só foi disseminado pela total ignorância a que fomos jogados, essa falta de discussão, de cadeiras nas calçadas, dos colóquios, das conversas ao pé do ouvido, do fogão a lenha e em volta do rádio.
As pessoas em círculos nos vizinhos, nas quermesses e sob o luar. Nas serestas e nos bailes de rostos colados, no namoro no portão, o esperar do apagar das luzes no cinema para sentar junto e pegar na mão.
Sem e-mail, WattsApp, Facebok, Istragam, canais in door, e outras formas de comunicação que levam à distância pessoal, apesar de falarem com o mundo.
Me lembro do pombo correio, da fumaça, da maça do amor e do selo nos Correios, com sua cola e a demora da resposta.
Ficar no portão esperando com ansiedade, mãos trêmulas e anseios a chegada do carteiro.
Nos transformamos em zumbis guiados pela mídia e pelos poderosos, não nos falamos mais, quem sabe essa iniciativa, surgida do gênio e da sensibilidade de um Atílio Rossi e outros, possa se transformar em uma tribuna popular de crescimento e cidadania.
Que um dia possamos sentar nas calçadas e fazer desse país um reduto justo, altivo, cidadão e igualitário.
Que a justa determinação do povos e o bem comum possa predominar sobre a ganância, o medo, e, principalmente, que a Justiça seja mesmo cega, sem olhar de soslaio, por baixo das pálpebras e no cantinho do olho, percebendo e escolhendo a pena ao seu “bel prazer”.
Um abraço.
Ontem, um dia triste para o Brasil e para os trabalhadores e, também, depois de muito sofrer ainda tive que agüentar perder para o Corinthias.
Nas minhas longas e eternas madrugadas, regadas com vinho tinta seco, pus-me a pensar no meu tempo e na nossa história.
Me lembrei de versos, frases, palavras e capítulos, que destaco alguns deles; Francisco Buarque de Hollanda: “O homem da rua com seu tamborim calado, já pode esperar sentado tua escola não vem não...”. ou ainda, “esse país virou um poço de ressentimentos” e Geraldo Pedrosa de Araújo Dias, Geraldo Vandré: “ Deixo claro que a firmeza do meu canto vem da certeza que tenho, o poder que cresce sobre e pobreza e faz dos fracos riquezas foi o que me fez cantador”.
Vivemos uma dicotomia entre o ódio e a ignorância, o ódio, fomentado pelos grandes bancos, empresários, comerciantes e a mídia. A ignorância, aquela que nos tira o poder da discussão, da palavra, do discernimento e de se fazer entender. O ódio só foi disseminado pela total ignorância a que fomos jogados, essa falta de discussão, de cadeiras nas calçadas, dos colóquios, das conversas ao pé do ouvido, do fogão a lenha e em volta do rádio.
As pessoas em círculos nos vizinhos, nas quermesses e sob o luar. Nas serestas e nos bailes de rostos colados, no namoro no portão, o esperar do apagar das luzes no cinema para sentar junto e pegar na mão.
Sem e-mail, WattsApp, Facebok, Istragam, canais in door, e outras formas de comunicação que levam à distância pessoal, apesar de falarem com o mundo.
Me lembro do pombo correio, da fumaça, da maça do amor e do selo nos Correios, com sua cola e a demora da resposta.
Ficar no portão esperando com ansiedade, mãos trêmulas e anseios a chegada do carteiro.
Nos transformamos em zumbis guiados pela mídia e pelos poderosos, não nos falamos mais, quem sabe essa iniciativa, surgida do gênio e da sensibilidade de um Atílio Rossi e outros, possa se transformar em uma tribuna popular de crescimento e cidadania.
Que um dia possamos sentar nas calçadas e fazer desse país um reduto justo, altivo, cidadão e igualitário.
Que a justa determinação do povos e o bem comum possa predominar sobre a ganância, o medo, e, principalmente, que a Justiça seja mesmo cega, sem olhar de soslaio, por baixo das pálpebras e no cantinho do olho, percebendo e escolhendo a pena ao seu “bel prazer”.
Um abraço.
O que faz um povo feliz?
Por Taís Roxo
O Dinamarquês foi eleito o povo mais feliz do mundo de acordo com o ranking da Organização das Nações Unidas.
O Dinamarquês foi eleito o povo mais feliz do mundo de acordo com o ranking da Organização das Nações Unidas.
E o que faz a Dinamarca feliz?
Resposta da ONU: É a confiança das pessoas nas suas instituições e a confiança entre as pessoas que vivem no mesmo país, são os dois fatores mais importantes que justificam o índice elevado de satisfação popular. Infelizmente hoje o Brasil deve estar na lanterna da felicidade.
O povo brasileiro assiste atônito e inerte a sua derrocada.
O golpe fatal foi a chamada reforma do ensino médio que deixou o campo aberto para implantar a escola sem partido.
É o fim da educação livre, plural e democrática.
Onde não há diversidade não há inclusão.
Esse é o modelo da infelicidade gerada pelos regimes autoritários.
Não bastasse isso, ainda contamos com a ajuda da mídia para aumentar mais ainda a nossa infelicidade.
A mídia nacional em vez de cumprir seu papel social resolveu disseminar o ódio entre a população em prol do lucro.
Povo alienado é povo infeliz, como disse Lupicínio Rodrigues Felicidade foi se embora e a saudade no meu peito ainda mora ...
Por quê Antítese Popular?
ANTITESE POPULAR
As conquistas obtidas pela população, em seu benefício na
História, foram por meio de lutas comandadas, sobretudo, pela conscientização e
organização do povo.
A desinformação e a manipulação, no dias atuais, em especial
da grande imprensa, está levando a população à imobilidade por falta de
conhecimento, organização e consciência política e ou por descrédito nas
instituições políticas e judiciárias diante dos acontecimentos que tem abalado
o nosso país.
O governo no âmbito geral, hoje dominado pelo poder
econômico, está tirando direitos básicos do povo, levando o país a um grande
retrocesso, social, político e econômico.
Diante disto se fazem urgentes e permanentes os seguintes objetivos:
- Despertar a consciência da população quanto ao seu papel nos destinos do País tendo como base uma sociedade justa e igualitária;
- Levar informações corretas sobre os fatos políticos, administrativos e judiciários.
- Denunciar todo tipo de corrupção ou ato lesivo ao bem estar geral.
- Dar suporte as organizações de luta compatíveis com o interesse social.
Este blog se propõe ao contraponto ao desgoverno e às falácias políticas que visam apenas enganar o povo, mantendo-o na condição de servidão e passividade diante da usurpação de seus direitos.
Tem uma simples missão, favorecer o debate político para a reflexão da conjuntura e dos possíveis cenários resultantes, de modo a contribuir para com o entendimento do momento, de seus personagens e interesses.
Os contribuintes nesta proposta encerram diversas tendências, o que, fatalmente levará o leitor à reflexão a partir de visões diferentes, convergentes ou divergentes de um assunto do momento atual.
Por fim, tem o intuito de conscientizar que a política é uma ação humana com o firme propósito de construir para a coletividade, e não o que vemos e acompanhamos no cenário nacional.
Participe conosco desta Antítese Popular!
Lavaram as mãos e assim lançaram à sorte o destino de milhões!
Por David Ranieri
E desceu a rampa com destino à sua morada, e lá a esperavam a honra e o respeito de milhões de brasileiros, que entristecidos anteviam os dias que iríamos viver.
Passado o tempo, ainda resta muito rancor e ódio de uma boa parte, principalmente dos beligerantes que exigiam nas ruas sua ruína, mas, os fatos descobriram as artimanhas daqueles que conspiravam pela sobrevivência de seu vil modo de vida.
De coxinhas e mortadelas, hoje restam muitas pamonhas espantadas com a verdade que seus olhos não querem crer.
Incredulamente continuam as suas vidas fingindo que nada faz diferença, roendo a culpa que lhes consome o intimo ao seguirem os mesmos que hoje reconhecem como bandidos; e perguntados se reservam apenas o direito à uma frase que julgam ter efeito limitador nas suas ações: - Não tenho bandido de estimação!
Este momento não é melhor do que o de um ano atrás ou mesmo de dois ou três anos, mas parece apontar o fim de um golpe que se deu início com a vitória legítima de Dilma Roussef, reeleita presidenta do Brasil.
No inconformismo típico das crianças mimadas e birrentas, o seu adversário vencido entra com recursos e proclama oposição gratuita, permanente e constante ao governo eleito, iniciando e incitando atos de rebeldia e resistência como se a eleição por ele perdida fosse objeto de fraude, e com base em teses deste tipo, alimentou a mente de milhões que naquela contenda dividiram o país ante duas propostas antagônicas de país.
Tendo vencido, e de peito aberto enfrentado as adversidades, Dilma Roussef seguiu com o apoio dos outros milhões de brasileiros, mas, sem ter este reflexo no Congresso Nacional logo se viu ameaçada pelos opositores que instigados pelos interesses mais do que escusos fomentavam a discórdia e os erros para parar o país. A imprensa cobriu tudo e mostrou o que lhe parecia ser favorável aos seus interesses, e todos assim agiram, pelos seus interesses, induzindo o povo ao erro e logo ao golpe.
Destituída do poder mas não da sua honradez, segue a mulher guerreira por este país e por outras terras a denunciar o golpe político que enterraria este país nas trevas.
Temer e seus asseclas, não mediram esforços para atender os pais do golpe e se garantir assim livres, iniciaram as tais reformas de base que atingem o povo brasileiro e pouco contribuem para o desenvolvimento econômico e social deste país.
Aprovam emenda à constituição que privará de investimentos por 20 anos áreas estratégicas para o desenvolvimento brasileiro, e mentem à nação dizendo ser este o único modo de salvar as contas públicas da falência; com o fiel intento de assim aumentar o repasse financeiro para o pagamento das dívidas com credores que satisfeitos apoiam o golpe.
Cheios de poder avançam mais no emparelhamento estatal, distribuindo benesses e cargos a apadrinhados políticos, sustentando assim um governo que não encontra no povo amparo ou legitimidade para continuar.
Não tardam para os escândalos surgirem, e toda a verdade vir a tona.
Investigações, delações, e prisões passam a ser o enredo do dia. Procuram esconderijo mas, o que construíram começa a ruir tal qual suas personalidades criadas para engano dos eleitores.
Outro golpe se avizinha, assim como a prisão dos malfeitores que jactaram-se do poder detido por décadas, retirando das Estatais e órgãos públicos recursos suficientes para mudar a vida de milhões de brasileiros.
O sentimento geral de indignação e asco se traduz numa simples frase: #FORA TEMER.
Por traz do golpe de hoje, como dos outros, sempre esteve um poder mais forte, dominador de almas e que seduz, pois, apesar de reconhecido não é tido como mal.
Molda o mundo conforme seus interesses. Suga da terra e do povo trabalhador sua força em nome do progresso. Segrega em nome do lucro. E diz quem pode ou não pode governar por seus interesses.
E todo aquele que ousar ir contra, encontrará um exército a combate-lo em diversas frentes, inclusive utilizando o povo que explora por meio da mentira e da manipulação.
Mas nada do que fazem persiste por muito tempo, e logo, a verdade triunfante ganhará espaço iluminando a esperança de dias melhores.
E este inimigo declarado mas velado, continuará a espreitar e influenciar o governo, envolvendo políticos e burocratas, afastando o interesse popular das decisões, simplesmente por que podem!
E nada mudará se não estiver o povo ciente do seu papel nesta nova batalha que virá.
O voto como arma, poderá mudar o panorama político e diminuir a influência dos poderosos de tal maneira que, uma verdadeira revolução poderá ocorrer neste país com base nos anseios populares de mais igualdade, justiça social e melhoria da qualidade de vida.
E subirá a rampa com o apoio popular, aquele que rompido com o poder dominante, olhará pelo povo e com o povo governará para o povo!
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Lula Livre
A maldade não só aprisionou sem luz em grades sedentas um homem. Aprisionou milhões de corações que no escurecer do cansaço o lamento se ...